03 novembro 2010

Internet + TV = Nada de Mouse e Teclado

Eu estava ansioso (mesmo) pra saber quando finalmente a TV entraria no hall de aparelhos que se conectariam (decentemente) a internet. Eu me peguntava constantemente porque isso estava demorando tanto, afinal, a TV está presente há muito tempo na vida das pessoas, e tem um potencial incrível pra que ele fosse um dos pontos de acesso à rede mundial de computadores. Parece que a hora chegou, o Google TV está aí, e é o primeiro verdadeiro concorrente a se mostrar como um potencial ponto de acesso e interação da TV com a Internet.

 

Com um sitema de busca embutido em seu aparelho, e a possibilidade de se instalar apps, o Google TV tenta apostar num mix de Desktop e Mobile experience pra tentar criar/elaborar o modelo que roda também na TV. Através da barra de busca é possível fazer uma busca na web, além de uma busca no guia de programação, podendo a partir de lá navegar pelas páginas da web, ou até mandar gravar um programa na set up box.

 

Até aí tudo bem, um produto bom, inovador, pioneiro. Mas então eu vi isso aqui:

 

Esse é o controle que acompanha a Sony Internet TV, com o sistema do Google TV embutido. Uma mutação intergalática de um controle remoto + teclado QWERTY + Trackpad. Parei, olhei, no início você até acha legal, mas, é realmente a mesma interação que você tem num desktop que vocês querem ter na suas TV’s? Eu digo, será que ele não acaba se tornando somente um desktop com tela gigante, que em vez da sua mesa, ele fica pendurado no meio da parede da sua sala?

 

Como estamos abrindo essa nova possibilidade da soma de Internet + TV, claramente as empresas querem (e vão por algum tempo) usar as tecnologias que estiverem mais “próximas” ou são de conhecimento básico dos usuários. Logo, esses teclados, e quem sabe daqui a pouco telas sensíveis (mesmo no controle ou pelos smartphones e tablets), que interajam com a TV, sejam as opções mais viáveis na visão deles para esse momento.

 

Os primeiros modelos vieram com teclados e trackpads. Os próximos provavelmente se conetarão a mini tablet, com controles por gestos, interação nas 2 telas. Mas a verdade é que, com a tecnologia de hoje, e as possibilidades que a TV nos trazem, com certeza podemos acreditar que, a interação com a TV deverá ser muito menos desktop style/controles gigantes bizarros e será muito mais “touch”/minority report e Kinect style.

 

 

O Kinect da Microsoft é o exemplo claríssimo de como a interação TV+Internet/conteúdo deve ser, e provavelmente será nos próximos anos. Você navegará com total liberdade usando suas mãos, através de gestos, o reconhecimento de voz será utilizado como padrão e a UI será totalmente mais simplificada e modificada para que isso aconteça de fato. Os gestos de Minority Report serão os seus novos comandos para controlar a TV, conforme essa tecnologia for se expandindo. Essa sim, é o verdadeiro potencial da TV Interativa e conectada na internet.

 

 

Gostaria de compartilhar essa visão com vocês, e saber as suas opiniões. O que vocês acham da fusão TV + Internet? Quais as possibilidades? Como isso será feito? Como vamos interagir?

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13 setembro 2010

R.I.P. Blockbuster

É muito estranho ver certas coisas ainda acontecerem nos dias de hoje com todo mundo falando constantemente sobre inovação, mudança, valores, olhar o que está mudando no mercado e etc. Uma das (ex) gigantes do mercado não deve ter percebido que o mundo mudou, e agora, está prestes a fechar suas portas.

 

A Blockbuster (quem é que nunca tinha ouvido falar?) marca fortíssima no segmento de locadoras dos anos 90, está para pedir falência nos EUA. Ela está com uma dívida aproximada de US$ 1 bilhão e está planejando fechar as portas de vez por volta desse mês. É complicado ver uma marca extremamente valiosa e que foi marco de uma década, estar acabando desse jeito. Mas é o reflexo do mundo de hoje, ou você se atualiza, ou você está morto. Ela não acompanhou o ritmo que o mercado está ditando agora, onde todo mundo baixa filmes em HD via torrent, ou os aluga pela internet em HD também (claro nos EUA) para assitir via streaming como são os casos de Netflix, Hulu que também distribui esse tipo de conteúdo e agora mais recentemente a Apple, que irá alugar conteúdo totalmente via streaming, além de outras que talvez não me recorde agora. Muita gente observou isso, eles pelo visto não, ou continuaram com aquele paradigma de empresas no ciclo de maturidade “estamos acima de tudo”.

 

O engraçado é que a Blockbuster tinha TUDO (mesmo)  pra ter iniciado e ter dominado esse novo mercado de formato de distribuição de conteúdo pela internet, eles eram pioneiros da área de locação de filmes e tinham uma marca forte, e também um poder de investimento para isso. Só faltou pra eles um pouco de visão de futuro ou coragem para inovar e mudar, infelizmente.

 

Mas aí fica mais um case para observamos com os nossos próprios olhos: quem não inova, padece, até mesmo os que se consideram “gigantes”.

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09 setembro 2010

O mundo são dos apps!

Eles estão em todo lugar, quando você menos espera, um deles já está infiltrado em seu smartphone (e na sua vida), e você nem se dá muita conta conta disso.  Agora eles estão se preparando pra saltos maiores, além de seus smartphones e tablets, vão invadir sua TV  e  a web de vez. Os apps estão dominando o mundo, e você precisa saber bem disso.

 

A história de sucesso dos apps é curta, mas eles vêm de muito tempo antes do iPhone, quando você ainda podia pegar uns joguinhos e aplicativos para o seu Sybiam ou Blackberry, mas não é nada comparado ao que aconteceu ao mundo após o iPhone. “Today we’re reinventing the phone” - Steve Jobs falou naquela keynote em 2007, e ele realmente o fez, modificou toda a indústria de celulares e também em 2008 com o início da App Store, os apps dentro da plataforma hoje conhecida como iOS, começaram a mostrar o verdadeiro potencial desses aplicativos para o mundo. Milhares de desenvolvedores começaram a dar novas caras, possibilidades, e a transformar nossos smartphones em verdadeiros canivetes suiços digitais. A partir daí se tornou lei - Smartphones não existem mais sem apps. Então surgiram Android, Web OS e, mais recentemente e ainda aguardado Windows Phone 7, todos baseados e com suporte aos novos badalados do momento.

 

Os apps se tornaram a nova porta de entrada para a internet e o que você pretende usufruir dela, eles estão tirando a necessidade que se existia de um browser  para acessar as suas informações, e estão tornando esse processo para uma forma muito mais simples e fácil de se fazer, qualquer coisa. Um ótimo texto saiu na Wired sobre o assunto, o “The Web is dead” (mas separe tempo, são 5 páginas) sobre como eles estão tornando nossas vidas mais fáceis, nossas experiências com os serviços melhores e ganhando dinheiro com isso (aliás, todo mundo ganhando).

 

Agora a própria web será a próxima a recebê-los. Eles serão incorporados aos browsers, e o contato com a web poderá mudar com isso. Google está para lançar a Chrome Web Store, sua loja de aplicativos  baseados em HTML5 no browser. Obviamente, a prioridade dessa loja, são oferecer apps pagos para seu futuro sistema operacional Chrome OS, mas os usuários do Chrome também poderão utilizá-los. A Samsung também, está começando a testar Tv’s com suporte a Android, e quem sabe formar uma nova categoria de apps para Tv’s e criar esse novo mercado (o que todo mundo esperava mesmo era um iOS embutido na Apple TV né, mas não rolou).

 

Enfim, os apps estão se preparando para a “dominação mundial”, eles estarão em todo lugar, a todo momento. E surgirá oportunidade de vários desenvolvedores criarem novas idéias e novas maneiras de interagir com o mundo não só digital, e sim em todo o nosso redor.

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15 julho 2010

Análise: Vivo On

Me atrevo a dizer, que essa voi uma das melhores jogadas/visão de mercado que vi ultimamente das operadoras de telefonia celular. A Vivo, com a promessa de fornecer acesso ilimitado a redes Sociais (Facebook, Orkut e Twitter) e serviços de e-mail (Hotmail e GMail), SMS Ilimitado para Vivo e bônus para os clientes desse novo serviço, lançou na noite de ontem o Vivo On que chega como um serviço promissor para a geração Y, que sempre quer estar conectada com a internet e as plataformas de social media.

O que acontece aqui meus amigos, não é somente um lançamento de um simples serviço. Se trata de um belo resultado de visão de marketing para o público brasileiro que a Vivo teve, em lançar um produto num mercado com mais de 80% de linhas pré pagas, e onde todos queriam poder acessar a internet (principalmente por causa das redes sociais “E” pela geração Y) por seus celulares, mas não tem como se prontificar a pagar um absurdo por mês pelos caros planos de dados oferecidos no Brasil. Esse é um dos primeiros incentivos para que comece o verdadeiro "boom" de acesso a internet pelo celular no nosso país.

O resultado do sucesso da receptividade do Vivo On pode ser visto pelos bons comentários pelo Twitter pela hashtag #VivoOn, e também, conversando com alguns amigos meus logo após o lançamento do serviço, e vendo que vários estavam  achando o serviço interessante e inclusive já assinando. Eu mesmo provavelmente estarei largando a Tim e partindo pra Vivo para me cadastrar no Vivo On.

Gostei muito mesmo desse novo serviço Vivo On, para ficar pefeito poderia ter SMS ilimitado pra qualquer operadora, aí com certeza, fariam mais feliz todos esses novos clientes.

Para mais informações acessem aqui: www.vivoon.com.br

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Análise: Vivo On

Me atrevo a dizer, que essa voi uma das melhores jogadas/visão de mercado que vi ultimamente das operadoras de telefonia celular. A Vivo, com a promessa de fornecer acesso ilimitado a redes Sociais (Facebook, Orkut e Twitter) e serviços de e-mail (Hotmail e GMail), SMS Ilimitado para Vivo e bônus para os clientes desse novo serviço, lançou na noite de ontem o Vivo On que chega como um serviço promissor para a geração Y, que sempre quer estar conectada com a internet e as plataformas de social media.

O que acontece aqui meus amigos, não é somente um lançamento de um simples serviço. Se trata de um belo resultado de visão de marketing para o público brasileiro que a Vivo teve, em lançar um produto num mercado com mais de 80% de linhas pré pagas, e onde todos queriam poder acessar a internet (principalmente por causa das redes sociais “E” pela geração Y) por seus celulares, mas não tem como se prontificar a pagar um absurdo por mês pelos caros planos de dados oferecidos no Brasil. Esse é um dos primeiros incentivos para que comece o verdadeiro "boom" de acesso a internet pelo celular no nosso país.

O resultado do sucesso da receptividade do Vivo On pode ser visto pelos bons comentários pelo Twitter pela hashtag #VivoOn, e também, conversando com alguns amigos meus logo após o lançamento do serviço, e vendo que vários estavam  achando o serviço interessante e inclusive já assinando. Eu mesmo provavelmente estarei largando a Tim e partindo pra Vivo para me cadastrar no Vivo On.

Gostei muito mesmo desse novo serviço Vivo On, para ficar pefeito poderia ter SMS ilimitado pra qualquer operadora, aí com certeza, fariam mais feliz todos esses novos clientes.

Para mais informações acessem aqui: www.vivoon.com.br

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