Baterias recarregadas fomos direto ao início das palestras na área de blogs. A primeira que falou sobre "Dispositivos Móveis: Futuro da Internet" a disciussão foi bem interessante com temas como iPhone x Android, Geolocalização e Mobile Marketing.
27 janeiro 2010
Campus Party 2010 - Dia 2
Baterias recarregadas fomos direto ao início das palestras na área de blogs. A primeira que falou sobre "Dispositivos Móveis: Futuro da Internet" a disciussão foi bem interessante com temas como iPhone x Android, Geolocalização e Mobile Marketing.
25 janeiro 2010
Campus Party 2010 - Dia 1
19 janeiro 2010
Mídias Sociais
Quem usa a Internet desde meados da década de 90 ou desde o comecinho dos 00’s viu surgirem grandes revoluções causadas pela Internet. O gosto, a forma de ouvir e divulgar música foram totalmente mudados desde que o falecido Napster propiciou que seus usuários compartilhassem suas músicas via P2P, o que foi um dos primeiros passos para que bandas indie e os pertencentes ao mainstream tivessem praticamente as mesmas oportunidades de serem ouvidos pelos internautas ao redor do mundo. Hoje, não apenas assumimos o baixar como forma fundamental de obter músicas, como gostamos (e até precisamos) nos reunir com outras pessoas para compartilhar gostos, vídeos, e novos sons.
Assim como precisamos e sentimos necessidade de conversar com pessoas que compartilham de gostos e/ou opiniões parecidas com as nossas na música, também necessitamos desses mesmos recursos para reunir pessoas que gostem de filmes, seriados de televisão, sejam aficcionadas por tecnologia, ou até mesmo para trocar receitas de bolo (literalmente). Para isto, existem o que hoje chamamos de mídias sociais.
As maneiras de se usar mídias sociais são diversas, e interessantes. O Orkut, por exemplo, pode ser utilizado para comunicar-se com seus amigos; dá pra fuçar a vida dos outros, e fofocar; também há a possibilidade de entrar em comunidades, debater e fazer novos amigos; e, claro, utilizar-se dele pra fazer propaganda (spam ou não). Dentro dele, seu perfil é como sua casa, e representa um pedacinho daquilo que você é ou quer parecer, ou seja, pode ser uma bagunça, ou estar “um brinco”.
Quem saiu no lucro com as mídias sociais, foram os tímidos, que puderam sair da toca. Um nerd na década de 80, por exemplo, mal fazia amigos, não conhecia muita gente, e perdia muitas oportunidades por causa disso, afinal, sabemos como é importante relacionar-se com as pessoas, além de ter conhecimentos sobre o mundo. Hoje em dia, o geek é uma pessoa integrada ao meio social, e, não só através da Internet, como fora de seus limites, sentindo-se seguro para relacionar-se de outras maneiras.
Talvez as mídias sociais sejam uma espécie de vingança dos nerds que deu certo (rs).
Minha mídia social preferida é o Twitter, e a sua?
Uma ótima semana!
18 janeiro 2010
O que é arte pra você?
11 janeiro 2010
Consumo Consciente
Consumo consciente é um conceito que foi grandemente atrelado à sustentabilidade, e nos enche de perguntas sobre os produtos, e sua procedência: “É de material reciclável? Reciclado? Biodegradável? Agrediu o meio ambiente? Quanto poluiu pra ser produzido? Utilizou mão de obra escrava na produção? É feito de madeira de reflorestamento? Quantas jazidas foram desmatadas para que este produto chegasse em minhas mãos?”
As perguntas acima são só algumas que devem ser feitas antes de se consumir alguma coisa, apesar de alguns acharem loucura, e não resistem à facilidade e ao preço de um xing-ling. Porém, vou um pouco mais além: De acordo com uma matéria divulgada hoje pela MacMagazine (link da matéria: http://bit.ly/6dCeUY), os preços da Apple no Brasil são muito maiores que em inúmeros países pesquisados.
Para se ter um idéia, com o mesmo dinheiro que compramos um Macbook 17” por aqui, compra-se dois modelos iguais nos EUA. E aqui chego ao ponto que queria: "Boicotar empresas que cobram injustamente pelos seus produtos também não é uma forma de consumo consciente?"
Sei que muita gente é entusiasta da Apple, e adora os produtos, que merecem realmente seu crédito, por serem de excelente qualidade, porém, a matéria prova claramente que eles não estão correspondendo tal amor aos brasileiros. E não é só a Apple, muitas empresas utilizam-se da estratégia “inveje os desenvolvidos” para que nós, terceiromundistaslatinoamericanos nos sintamos a última bolacha do pacote com um aparelho deste nas mãos.
No fim, estamos entre a cruz e a espada, de certa forma: por um lado, grandes empresas abusam dos tupiniquins, colocando preços bem acima da média por aqui, porém, com alguma garantia de procedência e respeito ao meio ambiente, e, por outro lado, produtos de péssima qualidade, que desrespeitam todas as leis, mas, com preços módicos.
Acho que o que poucos param para pensar nessa história é: "Será que já estou com um aparelho velho o suficiente para trocar por um novo? Vale a pena pagar caro por alguma coisa que será obsoleta em dois meses? Vale a pena pagar barato por um objeto que vai durar dois meses?"
Utilizar novas tecnologias é super gostoso, e nos dá impressão de progresso, de um novo mundo, mais próximo até da ficção científica, mas, não nos esqueçamos daquilo que queremos para nosso presente, e o que isso pode proporcionar para o nosso futuro.
A única regra para o consumo consciente é o bom senso, e nada mais.
Bom início de semana a todos!
07 janeiro 2010
Nexus One: O novo queridinho do Google

A Google não economizou nos recursos do aparelho que além de um belo design conta entre seus features um processador Snapdragon de 1Ghz (!), 512 de RAM, câmera de 5mp com flash LED e uma tela AMOLED de 3,7 polegadas. Ele vem com a versão 2.1 do Android que embarca algumas funções como reconhecimento de voz em qualquer aplicativo do aparelho em que se possa escrever ou fazer busca, os live wallpapers que são protetores de tela animados que reagem conforme o uso do aparelho e uma galeria de fotos que as mostra como um painel em 3D. Aqui tem um vídeo com o unboxing e um rápido hands-on no aparelho.
Ele é totalmente voltado para web, acoplado aos principais serviços Google: Maps, Gtalk, Navigation, Street View, Gmail entre outros. Com o Nexus One, a Google mostra suas garras para o mercado de smartphones que ganhou muito espaço em 2009, e para fazer frente ao iPhone da Apple. O Android Market está em crescimento com mais de 20 mil apps aprovados e com planos de um crescimento grande em 2010. Apesar de estar longe de seu concorrente, a App Store com seus mais de 130 mil apps aprovados até agora.
06 janeiro 2010
Onde está o amanhã?

Um novo ano começa, e uma pergunta que não quer calar é: o que mudou na última década?
Parece ser uma pergunta com respostas óbvias: a Internet alcançou níveis inimagináveis, e mudou os rumos da informação, da música e dos relacionamentos pessoais; a economia mundial progrediu, e grande parte da população saiu da faixa considerada pobre; a China tornou-se uma superpotência, roubando boa parte da fatia dos EUA; e até mesmo o império Microsoft viu-se impactado por empresas como Google e Apple, anteriormente não tão poderosas.
Reparem, porém, que as respostas para minha pergunta são todas a respeito de economia, tecnologia, poder... Mas, o que mudou socialmente? O que cada um de nós alcançou na última década?
Apesar de a China ter se tornado um país poderoso, grande parte de sua população trabalha sob um regime de escravidão; a intolerância continua, e “saiu da toca” na última década, já que a paranoia causada pelo 11 de setembro fez com que grandes países revelassem seus preconceitos e maneiras ditadoras de evitar ataques; a corrupção revelou-se no Brasil (não que ninguém tivesse dúvidas), porém, não parece ter causado grandes impactos na população como um todo; negros ainda recebem menores salários, mulheres idem, índios idem...
As artes, como um todo, também parecem ter estagnado. Houve uma grande onda retrô na década passada, onde tudo o que era novo, na verdade era alguma coisa velha repaginada. Bandas de rock parecidas com Beatles, Rolling Stones, Cure; pessoas que por pouco (muito pouco) não voltaram a usar polainas (e olha que já vi, hein, rs); obras de arte que lembravam os traços de Kandinsky, Miró...
Que tal começarmos a evoluir em todas as áreas? Ver não só os computadores e o dinheiro controlando o mundo, mas nos ver controlando os computadores e o dinheiro para mudar o mundo!
Enquanto isso, só posso repetir a pergunta do título: “Onde está o amanhã?”
Tenham todos um bom começo de ano!
04 janeiro 2010
First!













